Part 2.

A semi-homonym, has been writing some short poems while listening to albums on youtube, João Pedro Valente relinquishes them in the platform as comments. But now, I’ll be collecting them here. Hope you find them entertaining.

All of me, in 23 pairs of chromosomes,
trained non stop in a Tibetan academy,
there were infinite red light districts there
and even Joel Schumacher and Jim visited.
Ask Burroughs. I saw him there as well, twice…. or three times.
In fact he said this weird thing to me:
“In W 2 vertices go down. Have you ever considered how many go up?”
In Dublin there is a cyberpub where they still say www out loud,
And how many times was the emperor stabbed?
David Hilbert got 23 problems but The Players ain’t one.


What I did not tell you earlier,
(and now you might think I’ve been playing with you)
is that there were two pieces to this puzzle. Another hint:
it all starts with the 23rd letter of the alphabet.
Nichts ist so wie es scheint.
Don’t believe me? Check it.
Been hacking through life like Karl Koch
but it’s all apophenia and Gorge Box
never actually said that all models are wrong
but some are useful. What he said was longer
and not marketable. Oh well. For starters
you should be more interested in Cox’s
proportional hazards models Skidoo.


Incrível e crível,
Não passa no crivo: mel.
Mal fosse. Cravos, mil
moles conto. Mulas cravo.
Escravos libertam-se - “Elabora!”
Silabas voam agora e libélulas
são moleiros em rios de criogenia,
dissimulados em cais de rias.
Simulado o “eu” que escreveria,
Mas cai nas escadarias.


methodological undetermination is
listening attentively to Coelacanths
as if they did not have any sort of cognitive bias,
morphometric description of their fins
while neglecting all data that does not conform means
gambler’s illusion meets Procrustes’ superimpositions
leaving us in ether with just one question…

does it really matter if oarfish are over ten meters?

Or rather

can we really measure what we call matter?


revue systématique && méta-analyse
dans le spirale d’Amour qui pèse sur moi
avec beaucoup d’échelles différentes
top-down && bottom-up
Messe Caline || mescaline
dioxyde de carbone ambiant
au royaume des mutants
Navarra tive || narrativa

Songe de cristal,
é para bem ou mal
do Marante.

mauvais résultats « “(…) in more than one language will result in a stronger
and more complete (…)” (Gurevitch & Nakagawa, 2015:204)
key word combinations » wild cards
vision nocturne == !(prononcer “tarsier” comme un anglais)

What a mess,
Call? All in.


Observo o obverso (de novo…) ergo o ego.
Enquanto desço escadas de Jacob, mas só de trás para a frente
e verso, enfrento o verso
a caminho de Jericho. A ver se é frente a frente
como o The Eagle and Child e o Lamb & Flag
enquanto reparo nisto, ainda me atropelam.
Topa le trop tropa tipo el Victor Torpedo
a acordar estes carneiros para o Menino do Lapedo,
só com meia-dúzia de acordes
como é que me acordam do pesadelo?
Só viro vegetariano quando a dieta for trevos
mutantes, de 4.2 folhas “- Como?” - em média - “Comédia”.
Queria estimar o erro residual, mas o N < 13, impede-mo.


Je voudrais me souvenir de toi
mas foi de passagem como pássaros
a serem orquestrados por Sadao Watanabe.
Sadio, só que sóbrio e só com saudade, bate a nave
contra Enceladus de Saturno… - “que wannabe!”
Grita o Sol maior quando nota. Harmónica, mas eu respondo
“Foi só um toque” à la folie, tocamos esta assim.
Trocamos estas línguas, e foste ceifar a lua minha.
(Sim, ela foi-se com a foice que me defenia).
E o luar que me defendia. Agora sou fera ferida
à espera que a esfera brilhe, mas está num eclipse
essa elipse que o espírito orbita.
Órbitas caem, após curvar na esquina.
“C’est la vie” Não. É a Via
Láctea.


Até que
ses parents,
se separam
tipo as duas curvas opostas dos
parêntesis.
Dispara em tecidos quentes
para enthèses
elle est contente, nessa conta tenta
ser essa condessa, mas a tenda tomba,
sobre a mesa, falta de gentileza,
nem me sobra…. essa sobremesa.
Diz? Pára. Sem ter sido um ente.
Feltro, velcro, veludo, e seda em sombras
onde sustento tentáculos
como um fulcro. Assim torcido e entorpecido, grito:
Luz é a mãe de todos os vultos.
Flutuo numa
onda de sustentáculos.
Apanhar-te na curva oposta
onde tu guinaste.
Tão tonta, tu tentaste.
Nem em dobras, tu vincaste.
Nunca vim gasto. Tu nem me vingaste.
Cá estou, vinho e casta. Amy
gastou vinho da casa. Amuou
mas eu vim dar-vos esta vindima.
Guindaste na avenida. Li que é altura
dum “ficaste por cima” na literatura.
O Prates roubava pires
e não queria ouvir berlindes.

1 year of ORLA

ORLA MASS realese... one year after Continue reading

My most recent bioanth papers

Published on October 24, 2019